Mostrando postagens com marcador Cilene Saorin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cilene Saorin. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de abril de 2013

CERVEJA E OUTRAS HARMONIZAÇÕES

Vc está errado amigão se pensou em...:


Há quem diga que cerveja, futebol e sexo são a preferencia da grande maiora Brasileira. Mas não são somente essas coisas que harmonizam com cerveja. Para começo de conversa eu acho que a palavra "combinam" é mais a praia daqueles que tomam cerveja. Harmonização é um termo herdado dos enólogos e por isso eu prefiro usar a menos elegante palavra "combinar".
Pois vamos combinar, é melhor né?
O MIMO QUE GANHEI
Outro dia festivo fui agraciado com um belo presente de uma coisa que eu gosto bastante. Um habito que cultivo com muita parcimônia (em média uns 5/ano) e que ocasionalmente me vejo em algum lugar que penso: "Esse lugar combina com um charutinho" ou "bom seria eu curtir esse sossego, longe de todos, com a companhia de um livro, uma bebidinha e um charutinho para philosofar". Sim senhores, de quando em vez um charutinho é bom e com uma #cervejadeverdade, melhor ainda.

É muito difícil eu falar sobre charutos, mesmo sendo maior sabedor do assunto ante às pessoas que eu convivo, eu pouco sei. Apenas sei quais marcas são boas ou ruins, tipos de charutos, sei se o produto esta bom ou ruim e algumas falsificações. E para por aí. Aprofundar no assunto, tipo de folha, como foi enrolado, de qual ilha, qual perna da morena, blends, aromas nem entro nesse assunto. Apenas sei que na hora certa, com a companhia certa um bom charutinho é muito bom.

Chafurdando na net eu vi vários bam-bam-bans "combinando" charutos com runs finos, whiskys e whikeys raros, vinhos e cerveja. E logo me apeguei ao ultimo: CERVEJA

No escopo da degustação escolheram dois charutos e 06 cervejas que foram combinados assim:

Charuto Nacional - Da Mata
1ª Baden Baden - Red Ale
2ª Erdinger Pikantus
3ª Eisenbahn Rauchbier

Charuto Cubano - Hoyo de Monterrey
1ª Erdinger Pikantus
2ª Baden Baden Red Ale
3ª Schlenkerla e Colorado Demoiselle

Essa classificação foi escolhida por unanimidade por: A mestre cervejeira e beer sommelier Cilene Saorin, Letícia Borges, sócia da importadora de cervejas A Casa da Cerveja; Alfredo Franco, fotógrafo publicitário especializado em culinária; Caio Ferrari, fotógrafo e chefe de cozinha do restaurante Francescola Bistrô; Otávio de Siqueira, arquiteto; Roberto Cattani, jornalista e autor de livros de gastronomia; e Samuel Benseman, gerente do Espaço Gattoria e epicure sommelier. Ninguém fraco, por isso quem sou eu para retrucar.
Essa listinha pode servir de guia de iniciação para combinar sua cerveja e seu charuto. De qualquer maneira e confesso que acho meio obvio, que as cervejas mais encorpadas, com teor alcoólico mais alto ou até adocicadas e as defumadas podem ser um sinalizador de como fazer uma boa escolha.

Se for fazer uma degustação fica a dúvida sobre o que deve saborear primeiro? Charuto-cerveja ou cerveja-charuto?
Para o Caio Ferrari deve primeiro o charuto e depois a cerveja porque encher a boca com os aromas e a caloria do charuto e depois resfriá-la com a cerveja. E aí, nesse resfriamento, será percebida a harmonização ou a diferença entre os dois”. 
Já o César Adams diz que para ele o melhor é provar a cerveja, depois charuto. Ele explica que se der uma baforada e depois um gole na cerveja, a cerveja “lava a boca”, pois se trata de um líquido. “Em termos de sustentação, estamos falando de fumaça e líquido. Qualquer líquido que você colocar na boca vai sobrepor a fumaça”. 

Opiniões a parte o certo que numa roda de degustação, deve-se respeitar a ordem do começo ao fim para não mascarar os resultados. Se começou na dobradinha cerveja-charuto é nessa toada que tem que tocar a banda até o final.

E lembre-se: Estou sempre disponível para esses eventos!

Fonte e fotos: http://www.beerlife.com.br/ed3/harmonizacao2.asp, reprodução e minha mente doentia


domingo, 11 de dezembro de 2011

Tendência: Cerveja em garrafa PET

Sei que o título ficou meio para site de moda, 
mas vamos ao assunto porque é interessante!

Já na copa do mundo na África do Sul o mundo conheceu as garrafas de plástico da Bud. Trata-se de uma garrafa dura que fazendo vista grossa até parece vidro. 
A novidade dessa tecnologia chamada Glaskin, desenvolvida pela Tetra Pak se baseia no sistema plasma de revestimento da parede interna da garrafa por uma camada de óxido de sílica, uma substância com morfologia semelhante ao vidro, sendo inerte ao produto envasado. As garrafas de 500 ml alcançaram um shelf-life de 6 meses, "que é o utilizado normalmente pela indústria cervejeira"

Ow ! Morfologia? Self-life? O papo ta cabeça pra "xuxu"

Porque as PETS's atuais não prestam para envase??
Ow meu camarada, para envase de cerveja não rola porque as PET's atuais possuem micro poros malditos, parente dos pôneis de algumas camionetes, que comprometem a qualidade. Ah poros malditos!
Esses famigerados invisíveis permitem a entrada do oxigênio que inicia a oxidação desandando a receita da sua cervejinha.

Cilene Saorin, sabuda da cerveja e gata
O lúpulo é o primeiro a sair da linha, por ser muito sistemático e qualquer alteração na vida dele ele faz beiçinho e altera o sabor e o aroma.

E isso não é balela não meu amigo, a própria Cilene Saorin, a qual nunca vi de perto, (mas gostaria) afirma que o oxigênio altera o gosto, aroma e a cor!

Moderfoquer oxigênio! ;-)

Esse tipo de coisa tambem é obra
do vamigerado oxigênio
O importante é achar uma solução que barateie a cerveja sem alterar o sabor. Os impostos sobre o álcool só tendem a subir, por isso as garrafas Pet's são as ideais para isso por facilitarem o transporte e o armazenamento. Muitos são contra essas novidades, mas elas são inevitáveis. É possível que na copa de 2014, aqui no Brasil a FIFA que venceu a queda de braço com o Brasil no quesito bebidas nos estádios, apareça com essa novidade nos nossos campos de futebol.

Mas não importa a embalagem, os fabricantes garantem: a cerva que está lá dentro é sempre a mesma. Por isso existe uma grande "lenda" com relação ao sabor em determinadas embalagens e/ou marcas. Já ouvi coisas do tipo, tal cerveja é ruim, mas em lata ela é boa. Pode ter certeza meu camarada, que se a cerveja chega alterada no seu copo, pode desconfiar. Validade, condições, armazenamento e condicionamento. Se liga ô meu!


PEDIU GENTILMENTE E CON$$EGUIU 
Vamos aos tipos de envase


Tradicionais

Com 600 a 660 mililitros de cerveja, são as mais antigas. Em países como a Argentina e recentemente no Brasil há garrafões de até 1 litro(os famosos Li-traço). Essas embalagens são mais econômicas porque, além do volume maior, são retornáveis - depois de esvaziadas, voltam às fábricas, onde são novamente enchidas. A cor marrom das garrafas age como um filtro solar que protege a cerveja da luz

Pescoçudas

Assim como as latas, as embalagens long neck servem para consum o individual. Têm de 300 a 330 mililitros, são descartáveis e recicláveis. Mas cuidado com as garrafas transparentes, pois a cerveja é sensível à luz. O lúpulo, um de seus ingredientes, se transforma em substância de gosto indesejável quando exposto ao sol ou a luzes artificiais muito fortes

Geladíssimas

As latas de alumínio têm a seu favor o fato de serem recicláveis e impermeáveis a gases. E o metal conduz melhor o calor - por isso, as latas gelam mais rápido que as garrafas. Como a luz não penetra na embalagem, há menos alteração de sabor. Isso ajuda a explicar por que consumidores de algumas marcas preferem a versão enlatada


Sacou aê fiii!


fonte: Mundo Estranho, UNICAMP, FERG, minha mente doentia...
Fotos: reprodução