Cheguei do Saint Patrick's Day
De cara ressalto:
O profissionalismo e tratamento pela dupla de dois José Felipe e Tiago da Wals.
A festa.
Conhecer "in loco" ao vivo e a cores, e em carneossoecamera meu confrade Marcio Rossi.
O contínuo carinho e atenção do casal Patrus&Gabriela da Grimor.
A presença do Juliano e esposa, do Rima dos Sabores.
Teve bão também, provar de primeira mão a novidade da Cerveja Vinil e conhecer seus "pais"
O reencontro do casal Play&Ganso, que são um só.
Saber que o Ganso, esta fabricando cerveja, mesmo com nome falso.
Tomar chopp Wals, TRI and QUAD na pressão.
E a presença dos meus amigos irmãos Ale & Bruno! (SHOW DE BOLA)
Não necessariamente nessa ordem.
E por fim, saber que choro no Lata Velha e Lar Doce Lar, sobrio e embriagado.
Poder dormir feliz....
sábado, 19 de março de 2011
Saint Patrick’s Day e amenindades - EU VOU
O Dia de São Patrício (Saint Patrick’s Day, em inglês, e Lá ’le Pádraig u Lá Fhéile Pádraig, em irlandês), é a festa anual para celebrar o santo, que foi um missionário cristão considerado o fundador da Igreja Católica na Irlanda. É normalmente comemorado no dia 17 de março, feriado naquele país. Nesse dia há desfiles pelas ruas das grandes cidades irlandesas. As pessoas vestem-se de verde e pintam os tradicionais trevos de três folhas na face. O verde é associado ao dia de St. Patrick porque é a cor da Primavera, da Irlanda (considerada a Ilha Verde) e do trevo.
O trevo era utilizado pelo santo para explicar como a Santíssima Trindade representava o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Com o passar do tempo, as conotações religiosas da comemoração do Dia de São Patrício foram ficando cada vez mais distantes, e a data passou a ser uma celebração da amizade e da cultura irlandesa.
Na verdade, o que acontece hoje nada mais nada menos do que uma boa desculpa para a moçada encher a lata. POr isso, sem muito mais churumelas, me deêm licença porque estou me concentrando para o evento !
Com essa bela canção, me despeço !
Inté !
sexta-feira, 11 de março de 2011
Amenidades – Como tudo começou
Na Alemanha, a paixão pela cerveja – também chamada por alguns de vinho de cevada – é tamanha, que seu consumo per capita anual é de 140 litros (contra 20 litros de vinho). Alguns historiadores afirmam que a cerveja foi inventada pelos egípcios, assim como há registros de sua existência na Babilônia há mais de 6 mil anos.
Existem alguns que citam que essa bebida veio derivada do hidromel, mas efim isso no fundo no fundo, para mim não importa muito.
A minha paixão começou quando ganhei um livro sobre o assunto. Praticamente 13 meses atrás.
Isso poderia ser evitado se não fosse a intervenção da D. Patroa. O que ocorreu de fato é que eu vi o livro na casa de um amigo e fiquei horas foliando. Minha mulher percebeu e, tempo depois comprou e me deu de presente.
Essa paixão se dependesse de mim não teria ido para frente porque apesar de ter ficado impressionado com a seriedade que o livro dava a um assunto tão banal me impressionou, mas não a ponto de querer comprar e estudar o assunto.
Como presente eu não desperdiço, e tinha gostado deveras dele, baixei a lente com carinho.
Com o livro vieram amigos em comum que estudavam e amavam o assunto, logo em seguida os fóruns e debates em variados sites. Isso tudo me deu carga para buscar a conhecer mais, aí vieram os fabricantes, degustadores, colecionadores e afins.
Lógico que o novo ambiente ajudou a alimentar a curiosidade. Não estavam ali caras que se juntavam para “encher a cara” como eu costumava fazer tempos atrás em botecos., mas o povo reunia para fazer três coisas: experimentar, trocar sensações e comer.
Ops ! Comer não, “harmonizar”.
Essa cerveja Harmoniza com essa carne, que não combina com aquela massa....efim, um mundo de sabores e aromas.
Tudo sempre em algum ambiente para lá de “supimpa” !
Hoje além dos amigos e uma infinidade de trecos adquiri uma experiência culinária que tem me trazido mais outros tantos amigos e mais ainda um bocado de aprendizado.
Copos, bolachas, tampinhas, canecas, livros e mais amigos, fazem parte do meu acervo.
Não quero aqui “endemonizar” aqueles que não foram biervangelizados, como os caras costumam falar, porque é indiscutível o papel social da cerveja e as deliciosas rodas de bar. Confesso que tem se tornado difícil ter prazer no primeiro gole, nas AMBEV’s e similares comerciais de massa. É o custo do que aprendi vendo a mistura do malte, cevada, água e lúpulo originalmente sendo feita e os aromas e sabores inerentes.
Para finalizar, comunico: não quero ser excluído dos convites para churrascos, boteco e afins, contino sendo a mesma pessoa, só que com um faro mais apurado. Apenas quis comentar que se pode tirar proveito de qualquer coisa que você goste.
Basta ter atenção e tentar fazer da melhor maneira que você agüentar ! Vide esse blog ;-)
quarta-feira, 9 de março de 2011
Ola Dubh30 Special Reserve

Essa cerveja é impressionante.
Ola Dubh (ou Óleo Negro) é uma fantástica Old Engine Oil maturada em barris de whisky puro malte. Desenvolvida em colaboração entre a Harviestoun Brewery, a microcervejaria mais inovadora da Escócia, e Highland Park, com um dos mais respeitados puro malte do mundo.
O whisky Highland Park 30 esteve na Whisky Bible de 2010 como o melhor single malt (28-34 Years) com 95.5 pontos, e o que basicamente a cervejaria Harviestoun Brewery, fez, foi comprar os barris aonde ficaram guardados os malt da Highland por 30 anos e deixaram essa joia de cerveja maturar dentro.
Resultado, foi uma cerveja encorpada, escura, densa e com sabores de malte da cerveja e do whisky. Uma maravilha !
Eu provei a garrafa de nº16687. A cerveja escura, negra, com translucidez zero ela não apresentou espuma quase nenhuma. Na boca, um doce malte de whisky e madeira.O teor alcoolico dela remete para uma bela dose de whisky, mas não compromete o proposito de ser uma cerveja.
terça-feira, 8 de março de 2011
Grimor 3
Belo Horizonte é uma cidade que guarda muitas particularidades. Nossa nano metropole, tem um pouco de capital e muito mais de interior. O que poucos sabem, é que Minas está se tornando uma referência no mercado cervejeiro. Melhor ainda é saber que a maioria das excelentes cervejas estão sendo fabricadas aqui mesmo em Belo Horizonte.
Uma das jóias da mistura de água, malte e lúpulo, é a Grimor, cerveja caprichosamente criada pelo casal Patrus&Gabriela, que ao pé da Serra do Curral, produz essa belezura, e que para muitos degustadores, alcançou a nota 4 com média de nota 3,7, superando as mais famosas cervejas.
A Paulaner e a Hofbrau, por exemplo tem média, dentro do mesmo estilo (oktoberfest/Marzen) 3,0 e 3,5 respectivamente na avaliação geral dos degustadores.
A Grimor é fabricada aqui na Serra do Curral, bem antes do BH Shopping, em uma super grande micro instalação.
Invejo os vizinhos que podem sentir os aromas durante sua produção. Eu mesmo já estive lá, durante o processo e lembro com saudades dos aromas desprendidos.
Passar pelo cicuito cervejeiro mineiro e não bebericar uma Grimor, equivale a ir ao Rio e não ver o cristo redentor !
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