"Honramos o nome de Minas no cenário cervejeiro mundial..."
Estranho parece que eu já ouvi essa canção....

Bares com cervejas gringas e artesanais em seus cardápios tem para tudo quanto é lado.

O mineiro bebe, mas fabrica!
Como protetor dos bons costumes Mineiristícos informo que de fato estamos de olho nos 220 mil litros produzidos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina e dos litros dos demais estados, que sabemos que produzem boas cervejas, com seriedade dentro do jeito certo de se produzir uma boa artesanal. Nós precisamos ter uma reserva estratégica UAI
O importante é fazer #cervejadeverdade com seriedade.
Esse resultado vem de muito trabalho duro e de atitudes como as dos camaradas da Cervejaria Vinil, Grimor e Jambreiro que fundaram a Inconfidentes - Cervejarias Conjuradas. Essas nano-micro cervejarias que sozinhas já faziam um excelente trabalho, agora unidas vão poder colocar muitas novidades no mercado. Veja o video:
Essa notícia pode ser velha para alguns, mas não deixa de ser uma boa nova e com certeza um exemplo para quem biervangelizar aquele amigo que tem uma "AMBEV" como a melhor cerveja do mundo.
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Gordon Strong - Presidente do BJCP / Profissao difícil a dele. |

Dos ingredientes para a cerveja, segundo a REINHEITSGEBOT – Lei da Pureza Alemã –, a maioria nós temos que importar para produzirmos. Mas não é apenas por uma questão econômica que estão querendo pegar o levedo da cachaça e jogar na cerveja, o grande lance é colocar o Brasil no mapa dos produtores de matéria-prima única no mundo.
A primeira cerveja produzida com esse fermento foi feita na cervejaria-escola Taberna do Vale, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com o nome de CarolWeiss, ela foi desenvolvida pelo cervejeiro Felipe Viegas e pelo farmacêutico José Eduardo Marinho. A ideia surgiu há dois anos, durante palestra de Rogélio Brandão, professor do Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e sócio da Cerlev, empresa que presta serviços na área de fermentação.
José Eduardo foi buscar o fermento no alambique do pai. Depois de isolar o levedo de outros microorganismos, eles ainda tiveram que reeducar o levedo com sucessivas gerações sendo cultivadas por dois meses em mosto de cerveja com nível cada vez menor de açúcar de cana.
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FERMENTO - O SISTEMÁTICO |
Em termos de sabor, as cervejas de trigo que a dupla produziu apresentam características aromáticas semelhantes às que teriam se tivessem sido feitas com o levedo tradicional do estilo, mas com alguns toques diferentes. Na versão clara, o levedo de cachaça conferiu surpreendente nota de maçã, enquanto na bock houve predominância do aroma de ameixa seca sobre os de banana, passa e cravo – exatamente o contrário do que seria esperado no método habitual. São características que as tornam únicas no mapa-múndi cervejeiro.
Nós somos jecas, mas somos joínha!!
Fonte: Minha cabeça doentia e www.e-breja.com
Fotos: reprodução