sexta-feira, 19 de abril de 2013

CERVEJA E OUTRAS HARMONIZAÇÕES

Vc está errado amigão se pensou em...:


Há quem diga que cerveja, futebol e sexo são a preferencia da grande maiora Brasileira. Mas não são somente essas coisas que harmonizam com cerveja. Para começo de conversa eu acho que a palavra "combinam" é mais a praia daqueles que tomam cerveja. Harmonização é um termo herdado dos enólogos e por isso eu prefiro usar a menos elegante palavra "combinar".
Pois vamos combinar, é melhor né?
O MIMO QUE GANHEI
Outro dia festivo fui agraciado com um belo presente de uma coisa que eu gosto bastante. Um habito que cultivo com muita parcimônia (em média uns 5/ano) e que ocasionalmente me vejo em algum lugar que penso: "Esse lugar combina com um charutinho" ou "bom seria eu curtir esse sossego, longe de todos, com a companhia de um livro, uma bebidinha e um charutinho para philosofar". Sim senhores, de quando em vez um charutinho é bom e com uma #cervejadeverdade, melhor ainda.

É muito difícil eu falar sobre charutos, mesmo sendo maior sabedor do assunto ante às pessoas que eu convivo, eu pouco sei. Apenas sei quais marcas são boas ou ruins, tipos de charutos, sei se o produto esta bom ou ruim e algumas falsificações. E para por aí. Aprofundar no assunto, tipo de folha, como foi enrolado, de qual ilha, qual perna da morena, blends, aromas nem entro nesse assunto. Apenas sei que na hora certa, com a companhia certa um bom charutinho é muito bom.

Chafurdando na net eu vi vários bam-bam-bans "combinando" charutos com runs finos, whiskys e whikeys raros, vinhos e cerveja. E logo me apeguei ao ultimo: CERVEJA

No escopo da degustação escolheram dois charutos e 06 cervejas que foram combinados assim:

Charuto Nacional - Da Mata
1ª Baden Baden - Red Ale
2ª Erdinger Pikantus
3ª Eisenbahn Rauchbier

Charuto Cubano - Hoyo de Monterrey
1ª Erdinger Pikantus
2ª Baden Baden Red Ale
3ª Schlenkerla e Colorado Demoiselle

Essa classificação foi escolhida por unanimidade por: A mestre cervejeira e beer sommelier Cilene Saorin, Letícia Borges, sócia da importadora de cervejas A Casa da Cerveja; Alfredo Franco, fotógrafo publicitário especializado em culinária; Caio Ferrari, fotógrafo e chefe de cozinha do restaurante Francescola Bistrô; Otávio de Siqueira, arquiteto; Roberto Cattani, jornalista e autor de livros de gastronomia; e Samuel Benseman, gerente do Espaço Gattoria e epicure sommelier. Ninguém fraco, por isso quem sou eu para retrucar.
Essa listinha pode servir de guia de iniciação para combinar sua cerveja e seu charuto. De qualquer maneira e confesso que acho meio obvio, que as cervejas mais encorpadas, com teor alcoólico mais alto ou até adocicadas e as defumadas podem ser um sinalizador de como fazer uma boa escolha.

Se for fazer uma degustação fica a dúvida sobre o que deve saborear primeiro? Charuto-cerveja ou cerveja-charuto?
Para o Caio Ferrari deve primeiro o charuto e depois a cerveja porque encher a boca com os aromas e a caloria do charuto e depois resfriá-la com a cerveja. E aí, nesse resfriamento, será percebida a harmonização ou a diferença entre os dois”. 
Já o César Adams diz que para ele o melhor é provar a cerveja, depois charuto. Ele explica que se der uma baforada e depois um gole na cerveja, a cerveja “lava a boca”, pois se trata de um líquido. “Em termos de sustentação, estamos falando de fumaça e líquido. Qualquer líquido que você colocar na boca vai sobrepor a fumaça”. 

Opiniões a parte o certo que numa roda de degustação, deve-se respeitar a ordem do começo ao fim para não mascarar os resultados. Se começou na dobradinha cerveja-charuto é nessa toada que tem que tocar a banda até o final.

E lembre-se: Estou sempre disponível para esses eventos!

Fonte e fotos: http://www.beerlife.com.br/ed3/harmonizacao2.asp, reprodução e minha mente doentia


terça-feira, 16 de abril de 2013

Papa Francisco já fazendo suas "argentinices"




O Novo Papa, apesar de ARGHTentino, trouxe alegrias para a comunidade cervejeira do mundo inteiro por sua impressionante semelhança com o religioso da ordem Franscicana do rotulo da Franziskaner, uma tradicional cerveja de trigo de Munique com mais de 600 anos de tradição obtida através de alta fermentação, a maneira mais antiga de se fazer cerveja. A Franziskaner se distingue pelo seu agradável nível de carbonato e sabor, deixando uma sensação refrescante. Pelo fato de conter menos lúpulo, quando comparada com a maioria das Pilsen as cervejas do tipo weiss proporcionam uma sensação gustativa mais suave e frutada. O processo de filtragem permite a presença de fermento após o envase o que, além de dar uma aparência turva à cerveja, promove a re-fermentação na própria garrafa em um processo similar ao das champanhes. (similar Padawan, similar!!)

Mas meus caros cristãos de bom coração, O Papa Francisco, desinteressado em saber se o jesuíta do rotúlo da garrafa de Franziskaner pudesse até ser um parente, divulgou uma nota dizendo que a atividade cervejeira dentro dos monastérios trappistas "não condiz com a clara devoção"

Isso ficou no ar como uma critica, insinuando que as atividades mercantis em algumas igrejas roubavam o foco do padre de fazer "padriçes"(do bem, é claro), o que acabou sobrando chororó e assombro para tudo quanto é "segmento" comercial da igreja. Desde a venda de geleias, queijos e etc, causando um rebuliço entre cristãos, beatas, padres e afins e colocando em xeque tradições, quermeses, barraquinhas e tals.
É O FIM?
Tradicionalistas e conservadores finalmente agora terão um motivo para travarem calorosas discussões sobre o assunto: álcool VERSUS religião, fugindo do verdadeiro foco que toda nação cervejeira matreira esta se perguntando preocupada: Se pararem de fabricar cervejas trappistas, quanto custará uma mítica Westvleteren? 

É literalmente o fim do silêncio? saiba mais


segunda-feira, 8 de abril de 2013

SAIBA SOBRE AS 200 CERVEJAS MAIS VENDIDAS NO BRASIL


Esse infográfico publicado no portal Terra é mesmo bem legal. As informações são as comerciais, onde cada cervejaria vende o seu peixe conforme o publico que ela quer alcançar, e os preços são do ano passado por isso estão em media 20% abaixo do atual (abril 2013) mas mesmo assim faz da classificação por preço bem interessante.
Bacana que eles colocaram as cervejas nacionais e importadas mais vendidas no Brasil. Clicka aqui.
Lógico que existem muito mais marcas e cervejas nas prateleiras de lojas especializadas, mas o que foi listado aqui podem ser encontradas nas gondolas dos grandes supermercados das capitais do Brasil e outros centros urbanos por aí.



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Carlsberg quer dominar o mundo?


METADE DO MUNDO É VERDE
A Carlsberg, a cerveja preferida de Ernest Hemingway, lançou uma oferta de 461,39 milhões de dólares, cerca de 354,32 milhões de euros, por 30,31% das ações da Chongqing Brewery Company e papou essa!
Jorgen, um cara bom para
se chama de amigo
A Carlsberg, que já detinha uma participação próxima dos 30% da Chongqing, adquiriu mais 30,31% da cervejeira chinesa, ficando com o controle de cerca de 60% da empresa tornando a manda-chuva dessa cerveja made in china, segundo a Reuters. O presidente da Carlsberg, Jorgen Buhl Rasmussen declarou “O nosso negócio na Ásia é muito importante para a estratégia de crescimento a longo prazo e estamos muito satisfeitos por dar este passo na China”. E ele não é bobo nada!
A Carlsberg já era considerada o 4º maior grupo cervejeiro do mundo com um portfólio de mais de 500 marcas. Como se pode observar no mapa acima essa cervejaria está presente na maior para do velho mundo detendo o controle de marcas como Tuborg, Baltika e Kronenbourg 1664, e fortes marcas locais, como Ringnes (Noruega), Feldschlösschen (Suíça), Lav (Sérvia) e Wusu (oeste da China).



Para quem esta perguntando: E o Kiko?
A Carlsberb foi uma cerveja muito vendida aqui no Brasil nas decadas de 90 e hoje ela esta retornando ao mercado Brasileiro mesmo que timidamente, nas prateleiras de alguns supermercados e lojas especializadas. Juntando com uma nova marca, quem pode o que ira acontecer? Estamos falando em fincar o pé no país mais populoso do mundo. Além do mais essa cerveja era vendida aqui no Brasil e na época eu gostava bastante ok? Como o blog é meu.....Bom, em 1990 vieram para cá a Bud, Carlsberg, Labatt blue(arght!!) e a gente achava em qualquer prateleira. Foi o primeiro grito revolucionário cervejeiro no Brasil, mas que não vingaram. Elas foram como os Lada's para o mercado automobilísticos. Vieram, se foram e agora outros estão fazendo o que eles pretendiam na época.


A Chonggig produz alguns rotulos que eu gostaria até de comentar, mas por puro analfabetismo chines, nao consegui nem falar o nome das cervejas e tampouco escrever para pesquisar no google o maximo que eu consegui foi uma fotinha da lata. Foi mal dessa vez!

CERVEJAS QUE EU NÃO SEI FALAR O NOME
E é isso! Inté.

font:
www.jornaldenegocios.pt
www.carlsberggroup.com

terça-feira, 2 de abril de 2013

CLASSIFICADOS BIERCOOL

Na linha dos melhores empregos do mundo somado aos classificados do tipo "ganhe dinheiro dormindo"  surge o inesperado, mas verdadeiro anuncio:



Viu as obrigações desse trabalhor?
Além dos quase R$ 5.000 lascas Brasileiras que o caboclo pode ganhar, vem com horario flexivel, permitindo você meu caro Padawan continuar trabalhando na sua fedida baia e fazer sua happy hour um "bico".

Podem ser inscritas pessoas com mais de 19 anos, disponibilidade para viajar e mínimo de um ano de experiência em beber cerveja de forma responsável, tipo os adeptos do Slow Beer ou Beba Menos / Beba Melhor, residentes em Portugal (continente ou ilhas). As candidaturas terminam em 28 de abril de 2013. Dá tempo de você mudar pra portugal, faça suas malas, saia na frente dos outros candidatos se preparando melhor mostrando um grande conhecedor da Guinness lendo informações privilegiadas clicando aqui.


O profissional da cerveja irá trabalhar de Norte a Sul de Portugal e também visitará a fábrica da Guinness em Dublin, na Irlanda. O contrato do selecionado será de 1º de junho a 31 de dezembro de 2013. Melhor que isso, só o céu com os pés de fora.
Clica logo na página e faça suas malas! TRABALHE NA GUINNESS

quinta-feira, 14 de março de 2013

CURTA O LADO BOM DA VIDA ! ;-)

Esse blog não de alto ajuda, apesar de que uma cervejinha bem tomada ajuda bastantar deveras eu zanzando pela net eu vi essa propaganda da cerveZa Chilena Cristal de titulo "Miremos la vida con otro Cristal" (que na tradução livre seria: Vejamos a vida por outro prisma - no caso do trocadilho, Cristal), bem bacaninha qual dedico a todos os que estão passando por algum perrengue se distraia um pouco, abra uma cervejinha e saia assobiando como no clipe.


BaScana não? ;-)
Serviu para mim que apesar de não conhecer essa cerveja, sei que sera impossivel eu beber dela sem a musiquinha se auto cantarolar na minha cabeça.
Tem outras campanhas no site da cervejaria: www.cristal.cl

sexta-feira, 8 de março de 2013

A CERVEJA QUE NUNCA BEBEREMOS

É raro alguma dessas celebridades das espadaúdas, admitir que de quando em vez tomam uma. Ficam pagando de gatinho e fazendo campanha contra mesmo tendo o telhado de vidro. Casos de pessoas consagradas como Ernest Hemingway, são raros. Dentre tantas bebidas ele preferia o mojito que conheceu no bar cubano La Bodeguita del Medio em Havana é uma versão especial de Daiquiri, paraticamente inventado por ele e registrada na International Bartenders Association como: Hemingway Special. Ele não so bebia como incentivava todo mundo a beber e de cerveja tomava peferencialmente Carlsberg. Outro cara é o Oscar Wilde que não escondia de ninguem que gostava da companhia da Fada Verde, a bebida conhecida como Absinto qual ele descrevia assim: “O primeiro estágio é como qualquer bebida. O segundo é quando você começa a ver coisas monstruosas e cruéis, mas se você perseverar, entrará no terceiro estágio, no qual você vê coisas que gostaria de ver. Coisas curiosas e maravilhosas”. Eu pesquisei mais a fundo e descobri que existe o quarto estágio, mas todo mundo que conheceu não voltou para contar o que tem lá. Algumas versões do Absinto tem 90% Gl caboclo deixando o cara "lokaço" e dando fama a "Fada" de alucinógena.

Os famosos que são gente como a gente, bebem cerveja também e se excluirmos as sub celebridades, BBB"s e artistas de menos garbo e elegância partindo de caras como os Oscar e Ernest da vida, pouco assumem a ingestão de álcool, mas vez ou outra aparecem na tv altinhos ou metidos com travecos e outras trapalhadas. Caras como o Barack Obama, são poucos que alem de assumir que gosta de cerveja, ele fabrica na sua própria casa. Visto que nos que sempre imaginamos ter nossa casinha branca de varanda com um quintal e uma janela, esse caboclo chegou ao topo na própria Casa Branca, tambem conhecida como White House, com varanda e varias janelas. Para melhorar a musiquinha tupiniquim, o Barack fabrica sua própria cerveja lá! Realmente ele é o cara!


DAKOTA MEYER "0 CARA"
Pena que como diz o titulo desse post, reles mortais nunca beberão essa maravilha, as chances de conhecer a casinha branca de varanda dele é praticamente nula. Como eu disse, tirando as super celebridades, cervejeiros matreiros comum podem tirar o cavalinho da chuva se imaginando nos jardins da Michele bebendo cerveja com o marido dela...capaz! Um dos poucos "não celebridade" que foram vistos por lá foi o Sargento Dakota Meyer e ele precisou entrar na linha de tiro no Afeganistão praticamente sozinho e resgatar um a um seus 36 colegas da morte para ser convidado para tomar um "golo" com o Barack. O cervejinha difícil essa! Leia a historia do Meyer aqui. Ele foi realmente, como diriam os gringos, durão!

Mas nem tudo esta perdido senhores! A imprensa mundial ficou de cima e milhões de cervejeiros mundo a fora "aguados" até que o Barack que é um cara legal, liberou Sam Kass seu chef de cozinha ou melhor "White House Assistant Chef and the Senior Policy Advisor for Healthy Food Initiatives" (tomou?) de divulgar a receita do "Ale to the Chief" para o mundo qual reproduzo abaixo. Para os Mestres Homebrew's eis uma receita bacana para se tentar.




Claro que pode-se até ter ficar igualzinho ao do presidente dos EUA, mas infelizmente o charme de poder sentar nos jardins da Casa Branca e compartilhar da cia da Michele, ficara na imaginação. Talvez, talvez mesmo, sem muitas garantias levando tiro pode ser que de para ser convidado. Melhor não tentar.


Mimi meu amor, seu copo já esta vazio?
...enquanto isso, no Brasil...da-lhe 51!



sexta-feira, 1 de março de 2013

OS BARES QUE AMAMOS!

Belo Horizonte é a cidade do Brasil com a maior concentração de bares por habitante. Esse fato já até rendeu uma reportagem no New York Times (veja aqui). Com jeitim mineirim levamos o jargão que corre como uma ladainha no ouvido do Belorizontino "quem não tem mar vai pro bar uai" para um patamar internacional. Somos jecas, mas jamais abestados!


A Pampulha após o derretimento das geleiras...Oh dia que nunca chega!

Tentar falar sobre bares aqui em BH seria uma injustiça porque são tantos que, esquecer de citar alguns ou mesmo não falar por falta de espaço, seria no mínimo uma deselegância beirante a desinteligência. Já citei o bar do Moita no post "o melhor bar do mundo para se encher a lata" como um dos meus copos sujos preferidos aqui em Beagá, mas fiquei só nele por ser o único do meu bairro na categoria e não entrei em outros debates com medo de cometer injustiça, deselegância e desinteligência para com os outros bares que eu adoro. Falar para escolher qual bar é o melhor é como pedir para mãe declarar de qual filho ela gosta mais, uma tarefa muito difícil e dolorosa, que beira a impossibilidade.
Por isso amigos, vou falar de "filho dos outros" cujo eu nem conheço ainda, mas tudo pode acontecer nesse final de semana né? Afinal aqui não tem mar ainda!




DOW JONES BAR
"por Marina Rigueira - Estado de Minas"


A bolsa de valores, até pouco tempo desconhecida ou mesmo distante da realidade do grande público, é a mais nova aposta do bar Dow Jones, que será lançado nesta quinta-feira, em Belo Horizonte. A pauta econômica vai se tornar brincadeira entre amigos na mesa de bar. De acordo com os sócios Mauro Castelo Branco e Alaine Marques, como o próprio nome sugere, a casa foi inspirada na Bolsa de Valores de Nova York – tanto na decoração alusiva à Big Apple, quanto na forma de negociação. 

“No Dow Jones, os clientes é que comandam o preço da bebida, que oscila de acordo com o número de pedidos. Ao contrário de outras casas do gênero ao redor do mundo, aqui quanto mais se demanda, menos se paga, ou seja, o lucro é garantido. O preço vai baixando à medida que o pessoal consome e todos podem acompanhar a cotação ao vivo, através de TVs espalhadas pelos ambientes”, explica Mauro. 

Para registrar os pedidos em tempo real, os garçons ficam munidos de terminais touch screen, onde comandam as vendas e o sistema vai atualizando automaticamente a saída das bebidas e os novos valores no painel de cotação. 

Nesse início de funcionamento, apenas as cervejas long neck (a partir de R$ 4,90) e o chopp Backer (a partir de R$ 5,90) fazem parte da “negociação” da Bolsa Dow Jones Bar, mas a ideia é ampliar as opções de bebidas, à medida que o público for se acostumando com a dinâmica. 

Os petiscos do cardápio tem preço fixo e entre as sugestões estão o Filé ao molho Roquefort (R$ 29,90), Mix de Pastel de Angu (R$ 19,90) e Fritas com Queijo e Bacon (R$ 16,90). O menu conta ainda com drinks variados, como o Mojito (R$ 9,90).

O Dow Jones fica na Avenida Francisco Sá, 590, no Bairro Prado – novo reduto de bares de jovens de classe média alta da capital mineira. O novo bar está instalado em uma casa de 350 m², com três ambientes, incluindo uma varanda externa bastante aconchegante. O Dow Jones tem capacidade para 180 pessoas, acessibilidade para portadores de necessidades especiais e funciona diariamente, a partir das 18h até o último cliente.(fim)


O sistema é interessante e com certeza pode ser divertido, o problema é que quando mais você bebe mais rico você fica o que portanto pode ser um verdadeiro tiro no pé.
O Down Jones existe também em Barcelona embora eu não sei qual a relação entre eles se é que existe. Isso pouco me interessa porque para mim o que vale é o que esta ao meu alcançe ou melhor "pertim de casa".
A versão espanhola fica na carrer del Bruc, 97  08009 Barcelona, Espanha
+34 934 76 38 31 o que fica um pouco fora de mão da minha casa.
Veja a tabela de preços do Down Jones gringa! (em euros)





Fonte:
www.em.com.br
http://travel.nytimes.com
Fotos: reprodução

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MIL E UMA....qualquer coisa

EXISTEM TROCENTOS LIVROS QUE COMEÇAM COM O TITULO 1001....LUGARES, FILMES, COMIDAS, CERVEJAS, PEIXES PARA SE PESCAR, VINHOS, CHARUTOS E ATÉ 1001 LIVROS PARA SE LER, SERA QUE CONSTA ALGUM "1001"?

EU QUE ANDO MEIO SEM CRIATIVIDADE, ESTAVA CHAFURDANDO NA NET, QUANDO EU ME DEPAREI COM ESSA BELEZURA...

1001 MANEIRAS DE SE ABRIR UMA CERVEJA!
SACA SÓ!


POR ENQUANTO É ISSO MOÇADA!



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

CARL VON LINDE - O CARA DA CERVEJA GELADA

TODOS OS DIAS AO ABRIR SUA 
CERVEJA LEMBRE DE:

Carl Paul Gottfried Von Linde
Carl Von Linde que, inventou em 1871 um sistema que trabalhava com éter metílico enquanto trabalhava em Augsburg. A técnica de Linde era baseada nas investigações de James Prescott Joule e William Thomson e na introdução da técnica de contra-corrência: o ar é sugado para uma máquina que o irá comprimir, pré-arrefecer, e descomprimir; neste ponto arrefecerá bastante. No método da contra-corrência, o ar que foi arrefecido é utilizado para arrefecer mais ar comprimido que, por sua vez, irá arrefecer o próximo volume de ar, e assim sucessivamente. A repetição contínua deste processo irá fazer descer a temperatura suficientemente até o ar se liquefazer. Simples assim.
Sei que você esta pensando "WTF" ou então soltou um belo: 'não entendi merLa nenhuma", mas sossegue pequeno gafanhoto, foram os trabalhos de Linde que permitiram aos cientistas de hoje o estudo da criogenia, qual Michael Jackson era um grande fã desse assunto, e da separação dos elementos do ar liquefeito através da destilação fraccional.
Impressionante não? 

O Carl permitiu que a cerveja fosse fabricada durante qualquer estação do ano. Naquela época a cerveja era fabricada somente no inverno, e os mestres cervejeiros matreiros estavam certos de que a temperatura na fermentação era de fundamental controle. Por isso após o invento do Carl começaram a se fabricar cervejas o ano todo mantendo sempre o mesmo padrão entre uma "leva" e outra além de permitir a fabricação em grande escala "sobrando" até para vender à outros vilarejos e províncias. Carl Van lindCHO não? Ele e o Pasteur, na época, sacolejaram o mundo cervejeiro. De certa forma tenho eles como "padroeiros" sem medo de estar cometendo uma heresia.
INVENTOR DESCONHECIDO

Pasteur, que já falei no post sobre a diferença entre a cerveja e o chopp que não tem nada de "pasteur", permitiram não só que a cerveja fosse produzida o ano todo, mas que pudesse ser exportada para tudo quanto é lado. Gelada e pasteurizada amigos, é só alegria até hoje!

Por isso nosso brinde ao Carl!
Prost!


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

COMBINAÇÃO DE CERVEJA COM COMIDINHAS NATALINAS


Como não vislumbrei nada de novo no mercado de cervejas "natalinas" e eu já havia escrito sobre a cerveja do papai noel e outras brejas festeiras, resolvi  dar uma pincelada em um assunto que me atrai muito: COMIDA!
Cozinheiro do tipo "meia cuié" que sou confesso que esse mundo de cervejas especiais e comida é literalmente um prato cheio para gente como eu.

O termo harmonizar/harmonização de cervejas com pratos é uma cultura forte no meio dos que gostam de um bom vinho, e hoje esta em franca ascensão no meio dos cervejeiros matreiros. Mas como sou uma mistura de ogro com príncipe, torço o nariz para essas nomenclaturas, costumo usar o termo "combinar". Porque combina mais comigo sacou? Tipo eu sou daqueles que vai ao banheiro enquanto o harmonizadô vai ao "toalete" e outros exemplos mais. Pode ser mais chique, esse termos modernozos mas eu prefiro assim e como o blog é meu vamos do meu jeito! ;-) LOL! Sem apelar
Mas vamos ao que interessa: o rango de natal.
Esse post me fez ter muita saudade da minha avó (D. Lica) que adorava essa época. Ela simploriamente calculava 2,75Kg de comida para cada um e dividia em porções generosas os milagres culinários. Milagre sim! Como transformar um animal como um porco em uma delicia? Vovó Lica tinha esse poder.
Mas vamos que vamos, abaixo eu listei alguns pratos tradicionais com outros que eu tinham sempre na casa da vovó. É importante ressaltar que essa lista não é uma verdade irrefutável, você pode experimentar, ou simplesmente ler e não concordar, afinal gosto é igual braço, uns tem outros não tem!
A tentativa aqui na verdade é de sugerir o tipo de bebida que não anulasse os sabores dos pratos, antes pelo contrario, acentuasse os sabores das duas coisas. Coloquei o tipo de cerveja para combinar e o caboclo escolher a sua marca ou rotulo preferido "magavilha"??


Carne Suína Assada (pernil)
Munich Dunkel 
Belgian Dubbel 
Doppelbock 
Altbier 
Oktoberfest Märzen 
Bière de Garde

Frango Assado (chester)
Bière de Garde 
Munich Dunkel 
Traditional Bock 
Standard Bitter 
American Pale Ale 
American Amber Ale 
American Brown Ale 
Oktoberfest Märzen 
Belgian Dubbel 
Belgian Pale Ale 
Irish Red Ale

Peru Assado
Bière de Garde
Belgian Dubbel
Munich Dunkel
Oktoberfest Märzen
Amber Lager



Cordeiro Assado
Belgian Dubbel
Strong Scotch Ale
Belgian Dark Strong Ale
Old Ale
Bière de Garde




Salada (porque ninguém e de ferro)
German Weizen
Witbier
American Wheat Beer
Kölsch


Queria colocar outros pratos, mas escrever este post ta me dando muita fome e saudades da vovó. Existem cervejas que são sensacionais com sobremesas e como não sou muito chegado em doces, não posso opinar por isso vou colocar apenas dois exemplos:

Chocolates 
Sweet Stout
Russian Imperial Stout 
Porter 
Fruit Beer (Framboise ou Kriek)

Tiramisu 
Belgian Dark Strong Ale 
Fruit Beer 
Sweet Stout Porter


De um modo geral, siga as seguintes regras, afinal gosto é igual relógio cada um tem o seu:


  • Cervejas leves acompanham comidas leves, enquanto cervejas mais fortes, intensas e encorpadas harmonizam melhor com comidas mais pesadas e gordurosas
  • Pense em Ales como Vinho Tinto e Lagers como Vinho Branco. Como as Ales são fermentadas em temperaturas mais altas, normalmente são de aromas e sabores mais complexos. Lagers, por serem fermentadas em temperaturas mais baixas, são normalmente mais leves, com aromas e sabores mais suaves. Outro comparativo válido é pensar em cervejas de alto amargor como se fossem vinhos bem ácidos ou com bastante tanino.
  • Quanto mais escura a cerveja, mais escura deve ser a comida da harmonização. Cervejas escuras recebem essa cor dos maltes escuros, que normalmente têm um sabor mais tostado e algumas vezes mais adocicado, que combina bem com os mesmos sabores das comidas bem assadas ou grelhadas.
  • Quanto mais picante for a comida, mais lupulada e amarga deve ser a cerveja. O lúpulo consegue cortar bem o efeito das pimentas, permitindo que você consiga sentir melhor os sabores tanto do prato quanto da cerveja.
  • Deixe que a região seja seu guia. Cervejas e comidas originárias da mesma região quase sempre funcionam bem juntas.
  • É importante ter atenção especial à sequência em que são servidas as cervejas. Se você planeja servir cervejas de diferentes estilos, prefira começar com as mais leves, tanto em sabores quanto em álcool, evoluindo para cervejas mais complexas e encorpadas no final. O mesmo vale para cervejas secas e doces. Comece pelas secas. O objetivo é que os sabores mais intensos não atrapalhem ou sobreponham os sabores mais leves. Também evita que as pessoas sintam-se pesadas ou sonolentas logo no início da harmonização.

Capiche??

No mais eu desejo um feliz natal para todos aqueles que assustadoramente, leem o que eu escrevo!!

Fonte: brejas, minha mente doentia e o ócio.
Fotos: tudo reprodução, não tirei nenhuma e nem fui convidado para comer

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

TURMA DO BAR, DEGUSTADORES, CERVOCHATOS E OUTROS BICHOS


Outro dia ouvi que esta na moda ser "degustador de cerveja" e que do nada está aparecendo uma pá de nego entendido no assunto. A pauta era baseada numa reclamação de que alguns guerreiros tinham abandonado os bons costumes, de uma certa tribo, de encher a lata de AMBEV, INBEV e afins e se auto intitularam "degustadores" e passaram a torcer o nariz pros bons companheiros. Um clima de revolta estava no ar quais me fizeram philosofar. Realmente estão pipocando "degustadores" e "mestres cervejeiros" com suas panelas de fazer comida em creche pra tudo quanto é lado. Balança uma árvore e caem uns 3 barrigudos se mostrando entendido no assunto e cheio de philosifias e, o que é pior, firulas para tomar uma cerveja.
Estão esquecendo que para ter certos títulos tem que ralar muito, estudar muito e vivenciar todo o processo de produção exaustivamente prestando atenção, principalmente nos processos errados.
E isso não é acontece de um dia para outro. Leva tempo caboclo! Tem que buscar a informação e inteirar do assunto, fora da mesa de bar, em visitas, harmonizações, cursos específicos. Buscar o conhecimento nos locais certos é uma dica importante.
Informação errada tem por todo lado e principalmente no gogó de quem não se preocupa em verificar se a informação é certa ou errada. Essa semana por exemplo, no jornal do Super Nosso e Verdemar (duas grandes redes de supermercado de Belo Horizonte) soltou em sua tabela de preços de cerveja as seguintes as seguintes informações:

Um erro bizonho! A Quilmes jamais será Uruguaia e o rotulo tem escrito Argh-entina de todo tamanho e Harboe (arght!) é Dinamarquesa e não alemã como insiste o Verdermar.
Tinky Winky, sua época de fazer amigos bebendo leite acabou e é indiscutível o poder de socialização que uma mesa de bar tem, por isso é de bom tom estar afiado num papo comum a todos, onde todos falam, todos participam e todos riem. Por isso não combina dar uma de sabichão e dono da razão e acabar aborrecendo o próximo. Torcer o nariz para aquilo que você sempre fez não ta com nada. O mesmo direito que seu amigo(ou ex), tem de tomar Skol ou Bramha, tem você que quer tomar Paulaner por exemplo. Ficar apurrinhando a todos que não bebe aquela ou esta após você ter chegado a conclusão de que não é mais cerveja de verdade e você não suporta milho e blá blá blá, nem eu mereço! Muitos desses caras nunca viram ou participaram de uma brassagem de cerveja.
Se você quer apresentar novos sabores, cervejas e estilos, faça-o com calma e não como um pastor evangélico no centro da cidade. Se o cara não gosta filhão, sente-se do lado dele e curta uma outra cerveja enquanto ele bebe a AMBEVezinha dele.
Leve a cultura cervejeira de maneira leve e lembre-se que cada um tem seu cada qual. E se você quiser mesmo ser um beer somelier de verdade...VAI ESTUDAR CABEÇÃO! O SENAC oferece esse curso.
Vai fundo! Vale a pena e o mercado esta em expansão.

Para finalizar, uma piadinha pra contar na mesa do bar:


Carlão era um antigo funcionário de uma cervejaria no interior de São Paulo.
Ele era feliz no trabalho, embora seu sonho fosse ser degustador de cerveja, bebida que tanto adorava.
Certa vez, trabalhando no turno da noite, ele caiu dentro de um tonel de cerveja.
Pela manhã, o vigia deu a triste notícia:
- É com profundo sofrimento que informo que o Carlão se desequilibrou, caiu no
tonel de cerveja e infelizmente morreu afogado.
Um grande amigo de Carlão, com a voz muito triste pergunta:
- Meu Deus!!! Será que ele sofreu???
O vigia então responde:
- Acredito que não, porque segundo as imagens da câmera de segurança,
ele chegou a sair três vezes do tonel para mijar…

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

50 ESTADOS, 50 CERVEJAS


Alguém por favor me arruma uma de cada??
QUIÇÁ DUAS?

POW, NATAL TA AÊ E EU ME COMPORTEI

50 ESTADOS 50 CERVEJAS

THE UNITED STATES OF BEER: 
THE BEST BREW FROM EACH OF THE 50 STATES
Drink your way around the country with the finest craft suds from Alabama to Wyoming.




segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O ANIMAL SATISFEITO, DORME - Guimarães Rosa e minhas desculpas

O ANIMAL SATISFEITO, DORME.

Sim senhores! Nem precisa de dar uns goles de cerveja para sacar a obviedade dessa frase citada por Guimarães Rosa, o Guigui. Alguns pensam no "animal satisfeito" como sendo o seu cachorro de estimação ao invés de sacar que trata-se do proprietario do animal. Normalmente quando o o caboclo atinge a "zona de conforto", tende a cochilar e parar de crescer enquanto o animal insatisfeito jamais para de querer crescer, ele se movimenta, busca e corre atrás.

Surpreendentemente esse animal que vós escreve não dormiu! Com base nas informações que tinha, escrevi sobre cerveja sem álcool e que o conceito literal da cerveja impossibilita a existência de da bebida, como sendo cerveja 100% livre de álcool. 

Pois bem senhores, dou a minha mão a palmatória e confesso: Eu estava errado! Existe sim cerveja sem álcool por meio de processos tecnológicos modernos dantes inconcebíveis na sua cabecinha.


AH! A TAL TECNOLOGIA
Dr. Drauzio diz: Não pode pow!
É verdade que a cerveja sem álcool vendida no Brasil, por capricho da nossa legislação contém um residual de álcool devido ao processo de fabricação, que consiste fazer a cerveja e interromper o processo de fermentação logo no começo, deixando assim o álcool residual em torno de 0,5%. Difícil ficar bêbado com isso, mas para quem tem problemas de saúde tipo diabetes, pancreatite ou outras moléstias, pode sair machucado. Não sou médico apenas reproduzo o obvio que é se você não pode com álcool amigão, é porque não pode.

Então vamos lá: Durante o processo de fabricação da cerveja, ocorre a fermentação quando a levedura degrada a maltose do mosto e forma o álcool e o gás carbônico
Um detalhe: As cadeias açúcares mais longas, não são degradadas pela fermentação e por isso não podem ser transformados em álcool.

O TAL MOSTO
Entaunces o processo é manipulado para que o mosto cervejeiro apresente principalmente açúcares de cadeias longas (polissacarídeos) somada a uma temperatura bem baixa para que aconteça de forma bem lenta e o cervejeiro de plantão não bobeie no turno podendo interromper antes da fermentação alcançar o limite de 0,5% de álcool. Simples assim!
Ressaltando que as cervejas com até 0,5% de alcool, por lei aqui no Brasil, podem ser chamadas de cerveja "sem alccol", mas tem que ler aquelas letrinhas pequenininhas para saber.

Sacou?

E as 0,0% de álcool Bionicão, como são fabricadas?
NÃO SEI SE ESSE CARA É BELGA E
NEM PESQUISADOR, MAS SAIU
BEM NA FOTINHA
Serelepes pesquisadores Belgas descobriram porque a cerveja sem álcool, produzida a partir de fermentação interrompida, não agrada a todos: a cerveja sem álcool contém entre outras, a substância residual metional, que na elaboração de cerveja normal, é eliminada. 
Não é necessário pesquisadores belgas graduados, com mestrado e doutorado para para descobrir que a cerveja fica com gosto de _______________________ (preencha a lacuna) né? Qualquer um que prova esse treco saca, mas para descobrir o tal metional...so os cabeçudos

Esxistem varios processos de "desalcoolizar" a cerveja, mas o mais eficaz é o Spinning Cone Column (SCC), uma aplicação por vapor em uma coluna através de stripping. 

O sistema oferece uma série de benefícios importantes às cervejarias como:

- A qualidade da cerveja permanece intacta devido à redução do impacto térmico sobre o produto;
- Possibilidade de recuperação de aroma(os sabores são retirados e depois recolhidos em um condensado alcoólico, que pode ser dosado novamente na cerveja final);
- Redução do nível alcoólico até 0,05% (ABV) em apenas uma passagem, sem danificar o produto;
- Não há necessidade de se retirar o gás da cerveja antes da remoção do álcool;

A SCC consiste em uma coluna vertical que possui cones metálicos rotatórios e estacionários, dispostos alternadamente, com fluxos contra-corrente de gás e líquido, que colocam as duas fases em contato. O sistema funciona a vácuo, em temperaturas de 40º - 45ºC (104º - 113ºF). Uma película fina e turbulenta do líquido desce a coluna sobre a superfície superior de cada cone. O fluxo é induzido pelos efeitos alternados das forças centrífugas e gravitacionais. O gás (vapor) sobe a coluna, pelos espaços entre os cones. Aletas radiais nas superfícies inferiores dos cones rotativos garantem turbulência máxima nessa fase.


  Isso melhora a eficiência e produz um efeito de bombeamento na fase de vapor, que resulta na redução da queda de pressão ao longo da coluna. Isso é importante quando há remoção de álcool da cerveja, pois resulta em temperaturas consistentemente mais baixas no sistema e, conseqüentemente, reduz qualquer impacto térmico, que afeta a qualidade da cerveja.

Lindo né? Vamos aos números:

Entrada de cerveja:                                        5,5% abv - teor alcoólico
Saída de cerveja:                                           0,05% abv - teor alcoólico
Capacidade:                                                  ~ 20 hl/h
Vapor:                                                           360 kg/h (794 lbs/h)
Água de Resfriamento do Produto:                  12 kW (41.000 BTU/h)
Água de Resfriamento do Condensado:            232 kW (792.300 BTU/h)
Eletricidade instalada / operando:                    28/18 kW (37,5/24 HP)
Ar comprimido:                                              1m3/h (2.120 cfm)

Dependendo do método escolhido para a elaboração de cerveja sem álcool, podemos afetar em maior ou menor grau as suas características de qualidade.
Por isso a importância de optar pelo melhor processo, que signifique o melhor para o produto, com o menor custo operacional possível.

Por isso compre já seu Spinning Cone Column (SCC) e desalcoolize você mesmo sua cerveja predileta!

E para finalizar, continuo achando que não existe cerveja sem álcool porque o álcool é parte da receita, e bebida fermentada tem que ter álcool. Cerveja desalcoolizadas deveria ter outro nome.
Mas mesmo não concordando, nao bebendo esse treco e fazendo birra eu tenho que admitir que elas existem.

Fonte: Matthias Rembert Reinold
Mestre Cervejeiro Diplomado
fotos: reprodução