quinta-feira, 1 de novembro de 2012

SOMOS LÍDERES - Cerveja de cachaça e outras resenhas




"Honramos o nome de Minas no cenário cervejeiro mundial..."

Estranho parece que eu já ouvi essa canção....


A cultura cervejeira e as #cervejadeverdade estão pipocando pelo país afora. Há uns 8 ou 10 anos atrás, dispúnhamos de 4 marcas dominantes de cervejas nas nossas prateleiras ou bares por ai afora. Hoje não, temos cervejeiros matreiros de barriga pró fazedores de cerveja pipocando por esse "Brazilzão de módeus" abastecendo prateleiras de supermercados e Brewbares por todo lado. Além dos importadores que estão deitando e rolando na bufunfa nos oferecendo cervejas gringas que outrora dantes nunca imaginaríamos que existissem.
Bares com cervejas gringas e artesanais em seus cardápios tem para tudo quanto é lado. 

Como mineiro bobo nasceu morto e no quesito "álcool" a escola de cachaça mineira nos deu um know how exclusivo na transfomação de açucares em álcool e no consumo. Viemos pelas beiradas, caladinhos até chegarmos ao topo em produção de cerveja artesanal. Essa fatia só não pode ser exportada para outros estados devido a tradição mineira de "se sobrar nóis vende" (sobra quase nada) que torna difícil a comercialização de nossos quitutes de cevada em outros estados. Belo Horizonte tem a maior concentração de bares por metro quadrado do país, cidade onde o lema "se não tem mar vamos pro bar" é repetido exaustivamente pela casas e ruas como se fosse um mantra, quase uma ladaínha. E abastecer essas casas meus amigos exige uma logística fenomenal.

O mineiro bebe, mas fabrica!



Eu sei que esse post esta muito bairrista e confesso que tem mesmo a intenção de ser porque sempre tive orgulho do jeito mineiro, seus costumes, culinária e mineirismo que são considerados "roçeiro" por alguns mas sempre queridinho por todos. Isso sem falar nas mineiras....ah! Essas são imbatíveis!

Como protetor dos bons costumes Mineiristícos informo que de fato estamos de olho nos 220 mil litros produzidos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina e dos litros dos demais estados, que sabemos que produzem boas cervejas, com seriedade dentro do jeito certo de se produzir uma boa artesanal. Nós precisamos ter uma reserva estratégica UAI

O importante é fazer #cervejadeverdade com seriedade.


Esse resultado vem de muito trabalho duro e de atitudes como as dos camaradas da Cervejaria Vinil, Grimor e Jambreiro que fundaram a Inconfidentes - Cervejarias Conjuradas. Essas nano-micro cervejarias que  sozinhas já faziam um excelente trabalho, agora unidas vão poder colocar muitas novidades no mercado. Veja o video:



Essa notícia pode ser velha para alguns, mas não deixa de ser uma boa nova e com certeza um exemplo para quem biervangelizar aquele amigo que tem uma "AMBEV" como a melhor cerveja do mundo.


Gordon Strong - Presidente do
BJCP / Profissao 
difícil a dele.
Puxo o saco de Minas pois exite uma luta dos mineiros para criar um estilo Brasileiro de cerveja e conseguir colocar ela no BJCP (Beer Judge Certification Program) lugar onde os cabeções decidem se é cerveja ou não e a qual estilo pertence. E saca só cabloco, inventar um estilo requer um trabalho titanico! Convencer o levedo usado na fabricação da cachaça a converter os amidos do malte em álcool não foi fácil porque eles são muito sistemáticos.

Dos ingredientes para a cerveja, segundo a REINHEITSGEBOT – Lei da Pureza Alemã –, a maioria nós temos que importar para produzirmos. Mas não é apenas por uma questão econômica que estão querendo pegar o levedo da cachaça e jogar na cerveja, o grande lance é colocar o Brasil no mapa dos produtores de matéria-prima única no mundo.





A primeira cerveja produzida com esse fermento foi feita na cervejaria-escola Taberna do Vale, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com o nome de CarolWeiss, ela foi desenvolvida pelo cervejeiro Felipe Viegas e pelo farmacêutico José Eduardo Marinho. A ideia surgiu há dois anos, durante palestra de Rogélio Brandão, professor do Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e sócio da Cerlev, empresa que presta serviços na área de fermentação.
  
José Eduardo foi buscar o fermento no alambique do pai. Depois de isolar o levedo de outros microorganismos, eles ainda tiveram que reeducar o levedo com sucessivas gerações sendo cultivadas por dois meses em mosto de cerveja com nível cada vez menor de açúcar de cana.


FERMENTO - O SISTEMÁTICO
Após muito choro, beiçinho, drama, chantagem emocional o levedo resolveu fermentar naturalmente mosto formado só por malte, prova de que já está pronto para ser usado na fabricação de cerveja. Os resultados surpreenderam Felipe e José Eduardo: a cerveja ficou com teor alcoólico maior que o habitual – 5,5%; 0,2% a mais – e a fermentação, que demora cerca de seis horas para começar, teve início em duas horas. "Alguns levedos são neutros e fermentam bem vários estilos de cerveja, o que não foi o caso deste. Testei-o numa Pale Ale e não deu certo. Por enquanto, mostrou que trabalha bem em cervejas de trigo dos tipos clara e bock", explica Felipe. Na bock de trigo, a diferença na graduação de álcool foi ainda maior, 0,5% a mais.

Em termos de sabor, as cervejas de trigo que a dupla produziu apresentam características aromáticas semelhantes às que teriam se tivessem sido feitas com o levedo tradicional do estilo, mas com alguns toques diferentes. Na versão clara, o levedo de cachaça conferiu surpreendente nota de maçã, enquanto na bock houve predominância do aroma de ameixa seca sobre os de banana, passa e cravo – exatamente o contrário do que seria esperado no método habitual. São características que as tornam únicas no mapa-múndi cervejeiro.

Nós somos jecas, mas somos joínha!!










Fonte: Minha cabeça doentia e www.e-breja.com
Fotos: reprodução

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

CERVEJA OU SUCO DE MILHO?

Esse texto foi descaradamente chupinhado da Folha de São Paulo e postado aqui para degustação. Essa discussão sobre o teor de milho nas cervejas entre os confrades cervejeiros já foi exaustivamente debatida, eu já participei de várias. Até foi criado um estilo novo, chamado carinhosamente de BCB (Brazilian Corn Beer). Apesar de muitas marcar terem injustamente ficado de fora a informação contida nessa reportagem é bem interessante. 
Afirmo também que o uso do milho ou arroz nas cervejas de massa, não é exclusividade das cervejas Brasileiras. Tem muito neguinho pagando de gatinho bebendo Patricia, Nortenha, Bud, Miller pagando mais caro, por um dando manota.
É claro que o gosto de de cada um, e esse texto não mudara nada para alguns, mas vale a informação.

06/10/2012 - 05h00

Cerveja nacional tem muito milho, afirma pesquisa da USP

REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE "CIÊNCIA+SAÚDE"


Uma das análises químicas mais completas já feitas com marcas de cerveja do Brasil e do exterior dá peso a uma tendência que estudos menores já indicavam: as grandes marcas nacionais têm elevadas quantidades de milho em sua composição, embora a matéria-prima tradicional da bebida seja a cevada.

São os nomes mais conhecidos do público, como Antarctica, Brahma, Skol e Nova Schin (veja infográfico abaixo). A análise sugere que essas marcas estão no limite da porcentagem de milho como matéria-prima para cerveja que a legislação nacional determina (45%) ou podem até tê-lo ultrapassado.

As empresas produtoras questionaram a análise (leia texto abaixo). Por outro lado, o estudo indicou que algumas cervejas em pequena escala possuem o teor que se esperaria de uma bebida feita só com água, cevada e lúpulo, como reza a tradição alemã.
A pesquisa é assinada por cientistas do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, da USP de Piracicaba, e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O grupo piracicabano, coordenado por Luiz Antonio Martinelli, já estudou cervejas antes, além de verificar a presença de álcool de cana no vinho nacional.
"Ninguém aqui está dizendo que a cerveja é pior por ter milho, aliás eu nem bebo cerveja, só vinho", diz Martinelli. Ele ressalta também que o trabalho tem margens de erro e que o propósito não foi denunciar que certas marcas não seguem a lei.

"A diferença de composição é muito pequena [no caso das que parecem ter muito milho]", diz a bióloga Sílvia Mardegan, orientanda de Martinelli e autora principal do estudo, que sairá na revista científica "Journal of Food Composition and Analysis".
Além disso, ela lembra que só uma unidade de cada marca foi estudada, e que existem variações por lote e por região do país. Por outro lado, a variedade de marcas (77, sendo 49 nacionais e 28 importadas) ajuda a dar um panorama amplo do mercado

BALANÇA DE ÁTOMOS
Em essência, o método da USP de Piracicaba é uma balança de átomos. Isso porque os átomos de carbono que os seres vivos usam em seu organismo existem em dois "pesos" principais, o carbono-12 e o carbono-13 (o segundo um pouco mais "gordo").
As plantas incorporam carbono o tempo todo em seu organismo durante a fotossíntese. Só que algumas têm um "paladar" diferenciado. São, por exemplo, as gramíneas tropicais, como o milho e a cana, que "preferem" uma proporção relativamente maior de carbono-13.
É essa assinatura que os cientistas usam para diferenciá-las de plantas como a cevada ou a uva, que têm menos apreço pelo carbono-13.
Os pesquisadores estabeleceram qual era o "perfil de carbono" da cevada e o do milho e fizeram a mesma análise na cerveja. Se a proporção das variantes do elemento químico na cerveja era intermediário, o veredicto só podia ser um: mistura.
O método tem algumas limitações. Teria mais dificuldade de flagrar o uso de arroz na cerveja, já que o perfil de carbono do arroz é semelhante ao da cevada.
Sady Homrich, especialista em cerveja e colunista do caderno "Comida", da Folha, diz que o consenso entre cervejeiros é que diminuir o teor de cevada acaba afetando a qualidade da bebida.
"A boa cerveja é a de puro malte de cevada, porque você pode explorar variações de sabor e aroma vindas da secagem e da torrefação da cevada", afirma Homrich.
Apesar do argumento de que o milho deixaria a cerveja mais leve, Homrich diz que a grande preocupação da indústria é diminuir o custo.

OUTRO LADO
Em comunicados, os fabricantes de cervejas com alto teor de milho apontado pela pesquisa defenderam a qualidade de seus produtos.
A Ambev, fabricante das marcas Caracu, Antarctica, Brahma, Bohemia e Skol, afirmou que "controlar a quantidade de malte de cevada é necessário para obter cerveja com características adaptadas ao paladar do consumidor brasileiro: leve, refrescante e de corpo suave".
"A indústria brasileira de cerveja possui tradição de mais de cem anos e tem orgulho de produzir bebidas de altíssima qualidade. A Ambev leva aos seus milhões de consumidores receitas seculares produzidas com os melhores insumos disponíveis em todo o mundo", continua o comunicado oficial.
A empresa disse ainda que seus produtos seguem à risca as determinações do Ministério da Agricultura e que está investindo na produção nacional de cevada e em quatro maltarias próprias.
Já a Schincariol, que produz a Nova Schin e a Glacial, diz que "respeita as iniciativas de pesquisas realizadas pela USP, mas ressalta que a metodologia utilizada no mencionado estudo não é a determinada pelo Ministério da Agricultura".
A empresa afirma que "está à disposição dos pesquisadores responsáveis pelo estudo para esclarecer possíveis dúvidas sobre seus produtos ou processos".
"É um trabalho interessante, mas discordamos dos resultados", disse à Folha Humberto de Lazari, gerente corporativo industrial do Grupo Petrópolis, das cervejas Itaipava e Crystal.
Ele afirmou que as imprecisões técnicas da pesquisa seriam discutidas de forma mais apropriada "num fórum técnico", mas ressaltou que a empresa usa menos do que os 45% de produtos não derivados de cevada em suas bebidas --disse não poder revelar a proporção exata.
A legislação não exige que as empresas declarem nos rótulos a composição exata das cervejas que produzem.
Lazari questionou a afirmação do estudo de que o milho aceleraria o processo de produção, cortando custos.
A Heineken, hoje responsável pela Kaiser, declarou em comunicado que "já possuía conhecimento da publicação, mas não encontrou relevância no artigo, pois a análise científica possui diversas inconsistências".
"Entre os vários equívocos da publicação, destacam-se os erros explícitos de amostragem estatística e o fato de o cientista não ter considerado o isótopo de nitrogênio. Com isso, como o próprio trabalho da USP reconhece, a utilização de arroz poderia influenciar nos números."
Martinelli, da USP, diz estar aberto a conversar com as empresas, mas afirmou confiar em sua metodologia.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

É NÓIS UAI!!

Como se sabe não pode sair por aí afora fazendo Oktoberfest sem as devidas autorizações, tramites buRRocraticos, além de taxas sobre taxas e mais taxas fora os acordos leoninos com determinadas cervejarias e tals. Oktoberfest só tem autorização para acontecer no Brasil, no Sul e agora em São Paulo que tem a autorização, mas não realizou tal evento.

Mas como mineiro bobo nasceu morto, fomos que fumos e que fomos comendo pelas beiradas até bolamos o nosso próprio evento de garbo e elegancia:



Os "alemãos" tem cerveja, "salsichon", batata e pretzel e nóis vamo de cerveja, linguiça, pão de queijo e torresmo. Porque não somos besta sô! Pretzel? Se o nome é feio, imagina do gosto desse treco? Mó biscoito engasga lobo que nem cabrito come.
Ranquei de quinta desse trem!


PRETZEL X TORRESMO
Por isso galera, vem pra Minas você tbm! Nova Lima é tipo um bairro de Belo Horizonte (Novalimenses vão querer me matar), mas com time e estadio de futebol próprio! Um luxo de cidade. Dizem na Bahia que na Uaiktoberfest só não vai quem já morreu!

Segue toda a programação do evento, incluindo os endereços dos vários resorts, pousadas, palafitas para voce ficar hospedado além do intineral dos ônibus  Vai ser show!! Clique aqui para maiores informações. Vai ter show, cerveja, vai ter festa, vai ter dança, vai ter sacolejo de poupança! Clica la no "aqui" para você ver a programação!

A ENTRADA É DE GRATIS!!!!





sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Labareda, a cerveja que é uma brasa mora?

Como eu estou ficando velho, lançarei mão das velhas e boas gírias das antigas para falar dessa pequena criança que esse cervejeiro matreiro de barriguinha pró desgustou.





Essa não é para os fracos não, uma cerveja explosiva, marcante e bem intensa. Promete tudo o que anuncia no rotulo menos, ainda bem, a aparição do guitarrista do rotulo enlouquecido no meio de chamas na sua frente. Curuz-credo, ia ser coisa do pata rachada!!



Degustei essa cerveja do jeito certo na temperatura certa e fazendo o que é certo: Ouvindo um bom rock'in roll, com um belisquete xuxu beleza.
Confesso que essa cerveja ficou meio que jogada na minha geladeira por uns tempos até que resolvi sacrifica-la num ritual com linguiça calabresa caramelizada na sidra + pimenta e um bom e ótimo show do Motorhead com Phil Campell na guitara vestido nada mais nada menos do que a camisa do Clube Atlético Mineiro, o maior das Gerais, para nossa alegria. Chupinha o show aqui
Sim senhores uma harmonização perfeita!



Essa cerveja é realmente apimentada e os paladares mais sensíveis não agradarão de tal iguaria. Malagueta no gosto e no retrogosto sem deixar de perder a elegância do que na minha insignificante opinião toda cerveja tem que ter: O LUPULO!

A combinação do lupulo e da pimenta calabresa combinou tanto quanto "dedo no nariz". Clássico.

O Lenny quis sair do show e beber comigo, estou falando sério.

Cerveja sim meu, para se beber com sabedoria como manda o rotulo. Uma cerveja bela de rotulo, corpo, espuma e sabor. Incrível que apesar dos ingredientes, dos 30 IBU essa danada consegue ser refrescante. Eita!

Parabéns aos camaradas da Cervejaria Coruja e eu solicito a vocês que façam ninho em Belo Horizonte. Me coloco até à disposição para ser o experimentador dos lotes ou qualquer outro trabalho!

A todos, um brinde!
Se for beber, me chame.
Não recomendo aos camaradas do outro lado da lagoa da pampulha...

Abaixo a receita da Linguiça Caramelizada na sidra
Fácil para xuxu de fazer bionicão!


Ingredientes:
- 2 pacotes de linguiça fininha defumada (cada pacote tem 240g);
- 1 garrafa de Sidra (aquela bem chulé, que só compramos no fim de ano);
- Pimenta calabresa à gosto (opcional);
- 2 colheres de sopa de Aceto Balsâmico (opcional).

Modo de Preparar:
- Corte a linguiça, coloque em uma panela e cubra com a Sidra (vai quase a garrafa toda);
- Junte a pimenta e deixe em fogo alto, não precisa mexer por enquanto;
- Quando estiver secando o líquido, vá mexendo sem parar até ficar bem caramelizada;
- Nesse ponto se quiser, pode acrescentar o Aceto Balsâmico, pra dar uma pegada "agri-doce";

- Trê facê de se Fazer!



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Mundo Estranho informação estranha

O pior do que a falta da informação é justamente a informação dada de maneira errada. Como não fui quem viu a reportagem a tempo de poder comentar, segue as observaões pelo sapiente confrade cervejeiro da Homini Lupulo publicou no seu site.

Foi publicada um infográfico bem ilustrado e lúdico, mas cheio informações tortas ou que eu considero no minimo mal editadas. A Abril cita as fontes que me levam a crer que vieram de um mundo estranho.
Vamos as observações do nosso amigo qual assino embaixo.



Para ver a imagem ampliada, clique aqui.

Erro 1: De cara, temos a explicação sobre os ingredientes básicos, a Lei de Pureza e que isto é respeitado na Alemanha e na Bélgica. Os belgas não tem qualquer compromisso com o uso de malte, água e lúpulo, apenas. O uso de açúcar é muito comum, bem como especiarias, frutas e afins. Lei de Pureza é uma preocupação da cultura cervejeira alemã, apenas.

Erro 2: o arroz não é ingrediente básico de nenhuma cerveja. Ele é utilizado como fonte de carboidrato mais barata em cervejas comerciais, em larga escala. Porém, toda cerveja tem como base o malte, que pode ser de cevada, trigo e centeio.

Erro 3: no item 2, sobre a brassagem, é falado que esta dura cerca de 5 horas. Não é verdade, e está longe disso. A brassagem de uma cerveja leve, como uma pale ale, por exemplo, dura em torno de uma hora. As mais longas podem chegar a duas horas.

Erro 4: ainda no item 2, o que seriam os demais ingredientes da cerveja que seriam adicionados ao fim da brassagem? A curiosidade chegou a índices altíssimos!! Bem, após a brassagem, o mosto filtrado, sem o grão, é fervido, estapa que não é citada no gráfico. Nesta etapa é adicionado o lúpulo.

Erro 5: no item 3 fala que todas as fermentações acontecem em até 5 dias. O tempo de fermentação vai depender de vários fatores. Em alguns casos, pode passar de 10 dias, dependendo principalmente da densidade do mosto a ser fermentável.

Erro 6: no item 4 fala em maturação a 0 graus. Lagers maturam a esta temperatura, ou um pouco acima. Mas as ales podem entrar em maturação abaixo dos 10 graus. Assim, generalizando, as cervejas maturam entre 10 e 0 graus.

Erro 7: Agora, quando chegou na parte do “faça o seu pedido” o negócio ficou tenso. Vamos aos primeiro erro grosseiro: lá diz que lagers são cervejas de baixa fermentação e graduação alcoólica. Não existe nenhuma relação entre as coisas. O que determina o teor alcóolico é a quantidade de açúcar fermentável, que vira álcool e CO2 durante a fermentação. Existem estilos de lager, como doppelbock, que passam facilmente dos 8% de teor alcoólico, entre outros. Bem como ales de baixo teor alcoólico.

Erro 8: nada no estilo ale determina que a cerveja seja mais doce, como diz o texto. Tampouco, que elas são mais encorpadas. Este tipo de características depende de outros insumos e processos que não apenas o tipo de fermentação. As cervejas mais amargas são do tipo ale, como as bitters e IPAs.

Erro 9: ainda no estilo Ale. A Alemanha é uma tradicional produtora de lagers, e não de ales como foi dito, tendo basicamente apenas as cervejas de trigo na categoria de ale. Na Bélgica e na Irlanda, bem como em todo o Reino Unido, as ales são muito populares.

Erro 10: não há nada que determine que as cervejas lambic são feitas com trigo. Algumas são, outras não.

Eu até queria acrescentar algumas observações, mas confesso que fiquei "aflito" para publicar isso tudo, porque a Abril tem muito mais circulação do que meu blog e eu me senti na obrigação de repassar.
Claro que tudo o que foi observado, não é merito meu mas do grande escrevedor Bernardo Graça Couto,(sou mais bonito que ele) um expert e fã, como eu, do assunto e da cultura cervejeira.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

MELHOR LOCAL DO MUNDO PARA SE ENCHER A LATA

MEU FUTURO POINT - HANOI
Apesar de ser defensor dos movimentos "Slow Bier" e "Beba Menos mas Beba melhor" seria hipocrisia da minha parte torcer o nariz para os famosos "copos sujos" da vida, onde a turma se reune para tomar umas, digamos "umas a mais de com força". Aquele barzinho perto da sua casa, aonde vc vai de bermuda e chinelos e as únicas coisas que importam são: cerveja gelada e tira gosto "da hora".
Local onde vendem-se praticamente combos de mandioca&linguiça, carne de panela&batata cozida além da mineiridade do torresmo e uma cachacinha. Uh tererê meus caros!!
VISTA PARCIAL DO BAR DO MOITA
Todo mundo que que gosta de cerveja, seja de massa, especial, artesanal ou importada, frequenta ou frequentou um desses famigeráveis adoráveis botecos onde uns encontraram seu lugar, enquanto outros, como eu, resolveram alçar outros voôs. Mas nao se iluda meu caro Padawan, vira e mexe eu volto às origens. Às "veizs" no Bar do Moita, outras no Bar do Tatá e raramente no Bar do Bosco. Mas é certo, minha boca enche d'agua com aquelas estufas com carne de panela, rabada, bolinho de mandioca e afins. Por isso sempre circulo por esses ambientes a fim de experimentar as novidades gastronômicas e beber uma Serra Malte ou Brahma.

Esses bares ditos "copo sujo" são locais sem muita sofisticação e por isso apresentam um cardápio, geralmente do tamanho de uma folha A4, de baixo custo para o bebum moderado ou não. Tem no mundo inteiro.

Resumindo, o melhor bar para se tomar um porre tem que tocar seu coraçãozinho, vc acaba não escolhendo, ele que te escolhe. E basicamente possui uns camaradas que te ajudam(fila sua breja e você as deles), tira-gosto farto e cerveja gelada. Simples assim, pura democracia.

Meu coração atualmente esta voltado para um Bar copo sujo em Hanoi. Exato pequena criança, Hanoi no Vietnã. Aquele país que fica perto da Australia no jogo WAR. Descobri uns botecos lá da hora onde tudo no cardápio custa menos de UM REAL. Uma das melhores cervejas de lá, a BIA HÀ NOI custa dois mil e quinhentos Dongues (o dinheiro vietnamita) o que vale reles 24 CENTAVOS de real (cotação de 12/09/2012 - fonte Banco Central Brasil). Se achou caro, tem uma variação falsificada dela, a Bia Hoi a 20 centavos o litro onde os locais recomendam você levar seu próprio vasilhame.
DONGUE
Imagina você a beira do rio Sông Hông na avenida Duong Ven Sông tomando uma Bia Hà Noi com uma bela porção de cachorro a passarinho? 
Um luxo meus camaradas

Fala sério, quem não anima dar um pulo em Hanoi? Pow a cidade é historica, foi lá que os Sargentos Bob Baners e Elias Grodin passaram os maiores perrengues durante Platoon!!

Bora lá!!
Vamos viajar de VietJetAir!
AEROMOÇAS DA VIETJETAIR

ADENDO:
Para quem não sabe o que é o tal movimento Slow Bier, segue abaixo:
By Marco Falcone


No dia 25 de abril de 2009 foi lançado o movimento Slow Bier Brasil, com princípios similares ao Slow Food, com o intuito de valorizar a produção de cervejas de qualidade, bem produzidas, utilizando matérias primas nobres, boas práticas de fabricação, além de conceitos como fair trade (comércio justo), sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. Preocupação com o consumo responsável, com cordialidade e convivialidade, com o prazer gastronômico que a cerveja pode proporcionar. Mas, além disto, o movimento se preocupa também com a forma de viabilizar isto, já que é muito mais dispendioso alcançar todos estes requisitos do que produzir em escala industrial, abolindo todas estas preocupações.
O Slow Bier Brasil quer mostrar as vantagens destas práticas que irradiam cultura cervejeira, mas tem que abordar também os desafios e dificuldades, que vão, desde a desproporcionalidade do poderio econômico com relação às mega indústrias até aos percalços da regulamentação, burocracia e tributação.
Desde sua criação o Slow Bier Brasil, que tem como símbolo um bicho preguiça (diferente do Slow Food, que utiliza um caramujo), tem procurado se manifestar e obter adesões em eventos pontuais, como no último ano no Festival Slow Film de Pirenópolis/GO, entre outros.
No lançamento, em 2009, foi feita uma vídeo conferência no bar Frei Tuck Slow Beer, em Belo Horizonte (que já não existe mais), com o movimento correspondente na Alemanha, e que iniciou o conceito, brindando também com Porto Alegre (Leo Sewald e Caroline Bender representando a Acerva Gaúcha) e Campinas (David Figueira e Maurício Beltramelli – Acerva Paulista), além dos cervejeiros da Acerva Mineira, Acerva Carioca, CONFECE (Confraria Feminina da Cerveja de Belo Horizonte) e FEMALE (Confraria Feminina da Cerveja do Rio de Janeiro), estes todos presentes in loco.
Pedimos a adesão de todos na data de hoje, quando estaremos levantando novamente a bandeira do movimento no Extramalte, do cervejeiro Sady Homrich, no Studio Clio, às 20 horas desta segunda-feira.
Um abraço a todos e Pão e Cerveja.
Marco Falcone





sexta-feira, 24 de agosto de 2012

BIERCOOL: SOBRE A KAISER

BIERCOOL: SOBRE A KAISER

SOBRE A KAISER




Eu voltei, agora pra ficar, porque aqui, aqui é o meu lugar....

Cantarolando essa velha canção este cervejeiro matreiro de barriguinha pró anuncia o retorno aos “costumes”. 
Sim senhores! Andei severamente relapso com esse meu blog por motivos ainda obscuros ao meu entendimento. Por isso para não ficar filosofando sobre um problema que já se foi, vamos direto ao assunto.

Outro dia o pessoal da agencia F.Biz, que cuida de "assuntos" da Kaiser, entrou em contato comigo e me convenceu a muito custo, pois sou um mineiro orgulhosamente desconfiado, a confessar meu nome e e endereço sob a desculpa de mandar "cerveja" para minha casa. Suspeita essa historia não é?...Mas, pasmem meus caros, o caras da F.Biz não brincaram em serviço e mandaram uma bela caixa, contendo 4 copos que eu alegradamente separei um deles para minha coleção, um barrilete da Kaiser, um “casaquinho” térmico para o barrilete, juntamente com uma cartinha simpática.

Degustei-o-o!

A proposta da Kaiser é bem interessante e sai na frente pelo volume de 4 litros(mais fácil de gelar, mais fácil de terminar o barril), o sistema de pressão que consiste em um cartucho integrado de CO2 que faz o líquido sair por cima e um "plus". Quando o sistema de pressão é acionado, o liquido que permanece no interior do barril não tem contato com o ambiente externo e por isso dura até 30 dias na geladeira depois de aberto. Ponto para kaiser sem dúvida.
A proposta de que a pressão vai do começo ao fim é realmente bem cumprida. A Cicarelle Five Fingers e Carol Castro deram "a cara a tapa" na tv e não vão passar vergonha. 

Outra grande sacada da kaiser é a Bock que sem dúvida alguma é uma cerveja bem honesta. Bem feita e a única do Brasil no estilo entre as cervejarias de massa. Com excepcional drinkability surpreende os paladares mais treinados entre os cervejeiros. De preço acessível a todos essa cerveja pode ser uma boa pedida para quem quer aprender mais sobre o estilo. Eu confesso que todo ano espero a safra de Kaiser bock. Gosto muito demais da conta dela e estoco em casa quando a safra esta prestes a acabar.

Por isso fica a dica meus caros amigos da Cervejaria Heineken: ano que vem, espero ganhar um barrilete de Kaiser Bock! #ficadica.



domingo, 27 de maio de 2012

05 DE JUNHO - DIA DA CERVEJA BRASILEIRA



A BBC, não a de Londres, mas a nababesca imperial premium association dos Blogueiros Brasileiros de Cerveja se reuniram em um conselho de notáveis para, após muitas rodadas de boa cerveja, instituir o dia 05 de junho como o dia da Cerveja Brasileira.


Mas porque dia 5 de junho?


Because amigos 05 de junho é dia que o "Seu Lefra" nasceu. Uma homenagem mais do que merecida para aquele que foi o mestre cervejeiro mais antigo do Brasil, falecido em 27/02/2011.
Rupprecht Loeffler (entendeu porque apelidaram o cara?) cuidava da cervejaria Canoinhense do pai, criada em 1924, derivada de uma antiga cervejaria que passou por vendas, guerras e outros perrengues desde 1904 em Hansa Humboldt (hoje conhecida como Corupá).
Ao mestre com carinho. 
Com uma cervejaria simples, de pau a pique, mas de portas abertas para os bons apreciadores da boa cerveja, ele produziu até o fim da vida 1500 litros por mês e que hoje deixou essa missão para os filhos. 
Ver os documentários a respeito do cara, o conhecimento e simplicidade do sujeito, é de emocionar. Um, belo exemplo de vida.
Uma merecida homenagem ao Seu Lefra!
Para saber mais sobre essa bela história clique aqui.
Mas além de conhecer os rótulos do Seu Lefra, vale a pena assistir ao documentário da cerveja falada feita pelo governo de Santa Catarina e também essa entrevista onde Seu Lefra garante que a cerveja é medicinal
Quem sou eu, meus caros, para falar que não é?


Um brinde ao Seu Lefra!









domingo, 22 de abril de 2012

UM POUCO "MUITO" SOBRE CERVEJAS

Este programa passou na Rede Minas e fala muito sobre os tipos, novidades e processo de fabricação da cerveja. Livre de vícios marketeiros e bastante informativo.


Orgulhosamente filmado em Belo Horizonte e mostrando alguns dos bons amigos que eu fiz ao me interessar por cervejas ditas especiais!


São 3 partes, vale muito a pena assistir!



Parte1 - Apresentação
Parte2 - Cerveja de doce de leite
Parte3 - Wals e Rima dos Sabores

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Cerveja de peixe e cerveja de chocolate - Feliz páscoa para todos!

CERVEJA DE PEIXE E CHOCOLATE - NÃO NECESSARIAMENTE JUNTAS


Existem sim cervejas cujo o sabor e principalmente aroma, estão ancorados no chocolate, para espanto de alguns que o máximo de bizarrice acreditável, é o coelho botar ovo de chocolate! Sim, minha doce chocólatra, você pode unir o agradável ao agradabilíssimo!
Cervejas que trazem a boca um sabor e uma vontade absurda de ter como "tira gosto" uma barrona desse nobre produto do cacau! Uma boa pedida para você meu camarada, que sofre, porque aquela que você sonha em levar para curtir uma cervejinha se recusa por razões alheias a sua compreensão, alegando que não gostam desse precioso pão liquido. Imagina você seduzir sua amadinha com uma bela cerveja com sabor de chocolate? Me poupem de detalhes sorditos dos acontecimentos posteriores a um convite desse gabarito, e se liga que "seus pobRemas se acabaram-se"! Porque cerveja de chocolate existe e elas estão no meio de nós. Eu humildemente passo uma pequena lista com algumas poucas, mas encotravéis sugestões. São elas:


Brooklyn Black Chocolate Stout
Brooklyn Stout Chocolate
DaDo Bier Double Chocolate Stout
Meantime Chocolate
Rogue Chocolate Stout
Rogue Double Chocolate Stout
Sapporo Chocolate
Young’s Double Chocolate
Sagres Preta Chocolate


Logico que são apenas umas poucas entre as inumeras cervejas que exibem em seus rótulos deliciosas alusões achocolatadas, mas comunico que mesmo assim, existem certos estilos de cerveja que harmonizam bem com uma bela barra de chocolate ou aquela caixa de trufas que você tanto gosta.
São os seguintes:






E o peixe???
Pois vamos à ceia! Eu ja tomei cerveja de banana, aborora, ibisco, umburana, rapadura, cereja e de chocolate também. Mas de peixe, não não não, essa eu não chegou a minha goela, por isso muita calma nessa hora.
Vamos lá: A cerveja Tosa Kuroshio Karyud é feita de malte, com farinha de arroz e trigo, como manda a receitinha básica das cervejas de olho puxado em geral(que levam arroz).
O grande salamaleque dessa bebida esta no "dashi" acrescentado a cerveja. Dashi é um peixe seco, usado para fazer sopas, bebidinhas tidas como afrodisiacas e agora...cerveja. A grande dúvida que assola esse cervejeiro de olhar matreiro e barriguinha pró é a seguinte: Será que presta? E o aroma dessa cerveja? MEDO!
Até o nome dela, já me da medAA! "Tosa Kuroshio Karyud"
Mas se colocar na minha frente eu tasco. Não perderia uma experiencia dessas nunca.


Quem quiser adquirir uma belezura dessas é so ir na cidade de Konan na ilha de Shikoku e desembolsar US$30 para um pack com 4 ampolas de 375 ml. Aceito uma como presente pela boa pessoa que sou! ;-)
Mas não se esqueça de levar sua cerveja de chocolate, assim sua pascoa será completa!!

Inté
fotos: reprodução
Fonte: Casa&Jardim, Revista Época e minha mente doentia

quinta-feira, 8 de março de 2012

Parabéns para vocês!! - Agradecimento, amenidades

Biercool - 1º Ano

NÃO FOI FÁCIL, MAS ATÉ AQUI CHEGUEI. MUITO OBRIGADO A TODOS OS QUE ME PRESTIGIARAM LENDO, COMENTANDO E DIVULGANDO MEU BLOG. À VOCÊS MEUS APLAUSOS.


CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP!!!!!


Fim da expressão "cerveja sem álcool" em Minas??

Tempos atrás eu havia postado aqui sobre a inexistencia de cerveja sem álcool. Quem não leu é só dar uma olhada aqui no link.

Pois bem moçada, aqui em Minas segundo o jornal Metro publicado hoje o Procon de Minas determinou que a AMBEV retirasse a palavra "sem ácool" dos rotulos das cervejas ditas "sem álcool". A saúde de quem não pode ingerir álcool agradece. Os motoristas da rodada também não correrão risco.

Tenho dito e redito. Abraço

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Itaipaiva Light - Novidade carnavalesca


Inicialmente para o mercado Carioca e Paulista o Grupo Petrópolis a Itaipava Light. Uma cerveja com 25% menos calorias em comparação com as cervejas de massa nacional dentro do mesmo estilo. São menos de 35 kcal por 100 mL, ou seja, uma garrafa long neck250 ml tem menos de 78 kcal e a lata de 350 mL menos de 110 kcal. O teor alcoólico também é menor, 3,5% contra os 4,5%.


Eu não sou muito fã de cervejas light, já provei alguns rótulos e não gostei de nenhuma. Mas é uma boa notícia para aqueles preocupados com o peso. Eu não me preocupo porque tenho certeza de que cerveja não engorda. A cerveja não. Você eu já não posso garantir.


Com uma identidade visual própria na cor predominante verde. A lata foi desenvolvida no formato sleek (lata de 350ml, mais alta e fina), nas cores prata e verde, e o logo próprio da marca em evidência. Ficou chique demais, apesar de eu não ser um consumidor ávido de Itaipava, confesso que idéia é boa e não tem concorrentes no mercado Brasileiro. Já nos EUA esse  tipo de cerveja é bastante consumida com diversos rótulos. 
Se a moda pegar aqui a AMBEV pode contra atacar trazendo a Bud Light. Mas como sabemos, o boi que chega primeiro bebe água limpa.
É sentar, abrir uma cerveja e experimentar.





quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

BEBA MENOS - BEBA MELHOR

Saiu hoje a seguinte matéria hoje, 26/01/2012, no Metro aqui em 
Belo Horizonte:



Existia alguma competição?
De fato venho observado que a turma do sub17 vem usando e abusando das bebidas alcoólicas. E apesar de ser um cara que divulgue a cultura cervejeira, declaro que sou contra. Contra a venda ilegal e o uso excessivo do álcool em qualquer faixa otaria.
Por isso alguns cervejeiros matreiros e de cabeça feita lançaram a campanha "Beba Menos - Beba Melhor". Eu mesmo, aderi a esse novo estilo de vida posso afirmar que o caminho é esse. Aproveitar ao máximo e com prazer.


Achei na internet um cartazinho na de um evento do estilo: que merLa é essa??
Festas como essa, na minha opinião deveriam ser proibidas porque sempre tem efeitos colaterais terríveis. Sempre alguém se machuca ou sempre machucam alguém. Um "campeonato" desse naipe com certeza so te trará dores de cabeça e algumas delas eternas. Participar de uma coisas dessas só te faz um perdedor.
Esquemas como esses só "queimam" aqueles que curtem uma cervejinha além de estimular o alcoolismo. Não estou aqui querendo passar um sermão e nem bater no peito e mentir dizendo que nunca tomei um porre, mas disputas com álcool, pegas ou brigas não estão com nada. 
Se você é o cara que ao ver um cartaz desses fica morrendo de vontade para chegar o dia, te falo amigão: Você ou esta brincando ou é um perdedor ou de fato tem algum problema grave.
Festa é festa, e o grande lance é aproveitar até o fim é não beber e cair. Chato é o cara que te dá trabalho é inconveniente ou acaba te escalando para levar em algum pronto socorro. É você deixar de aproveitar para carregar seu amigo bebum bem na hora que você esta se dando bem é paia.
Quem permanece de pé é que se da bem. Isso é um fato.
Por isso meu caro campeão, sai dessa vida. Beba menos e aproveite mais. Aprofunde no mundo da cerveja onde você com certeza irá descobrir muitos prazeres nessa cultura. Fará amigos aprenderá detalhes interessantes e sabores que você nunca havia percebido. E olha que isso lhe agregará a atenção que as vezes você busca de moçoilas inteligentes e serelepes vão querer estar do seu lado, voltar para casa em segurança e saber mais a respeito do que é Beber Menos - Beber Melhor bebendo #cervejadeverdade.
Na busca pela boa e verdadeira cerveja podemos realmente largar nossos habitos selvagens e bárbaros de beber litros e litros de AMBEV's e afins para reeducar nosso paladar, corpo e quiça mente, para tomar a verdadeira "cervejinha". Aquela que não te altera mas te satisfaz e lhe da prazer.
Procurar conhecer sobre cerveja me trouxe um habito de não só de beber menos, mas como tambem de comer melhor, comer em harmonia. Afinal o bebedor da #cervejadeverdade não come, ele harmoniza. Senguindo essa "toada" acabei conhecendo uma pá de gente interessante, coloquei meus pés e goela em grandes cervejarias alem de acabar revelando alguns dotes culinarios outrora dantes latentes em mim, mas ocultos. Beber menos me fez melhor. LOL! 



Eu tenho absoluta certeza que você curtirá essa onda e descobrirá points onde a turma do Beba Menos - Beba Melhor se reúne. E rola muita festa nesse povo. Festas de parar o transito. (quem venha Saint Patrick Day).
Pense na minha proposta.


Finalizando eu abro um paragrafo a parte: A UFMG teve muito material para realizar essa pesquisa né Ana Luiza? 
....Problemas de família, por favor relevem